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Jornalistas de Belém visitam Centro de Tratamento de Resíduos da Ciclus Rio, em Seropédica (RJ)

Um dos maiores aterros bioenergéticos da América Latina e do mundo, o CTR Rio, é o modelo inovador e sustentável que será aplicado pelo Ciclus Amazônia, no contrato de concessão de Belém. Esta semana, a empresa convidou jornalistas dos principais veículos de comunicação da capital paraense para conhecerem as instalações da Ciclus Rio, com objetivo de apresentar o projeto da nova Central de Tratamento de Resíduos (CTR), a ser construída no município de Acará para atender o sistema de manejo e gestão de resíduos sólidos da cidade. No local, puderam verificar todo o processo de destinação final, tratamento de chorume até a produção de biogás.

 

Mais do que um aterro sanitário, o CTR Rio é um polo de transformação ambiental que alia inovação, responsabilidade e eficiência para dar destino adequado a 10 mil toneladas de resíduos recebidos diariamente, contribuindo com a redução de emissões de gases de efeito estufa e com a geração de energia a partir de fontes alternativas. O seu modelo de operação reduz drasticamente os impactos ambientais. Entre os principais destaques da transformação promovida no CTR, estão:

 

  • Aproveitamento do biogás gerado pela decomposição dos resíduos para produção de energia limpa, reduzindo emissões de gases de efeito estufa.
  • Impermeabilização total das células de aterramento com sistemas de drenagem de chorume, prevenindo contaminação do solo e do lençol freático.
  • Captação e tratamento de chorume em estação própria, com reaproveitamento interno de água tratada.
  • Sistema de monitoramento contínuo da qualidade do ar, da água e do solo, garantindo o cumprimento das exigências legais e ambientais.

 

Adicionalmente, a transformação promovida pela operação da Ciclus Rio promoveu grande impacto social, como geração de empregos diretos e indiretos, fortalecendo a economia local; programas de capacitação e educação ambiental para escolas, comunidades e cooperativas de catadores; parcerias com cooperativas incentivando a inclusão produtiva; melhorias em infraestrutura urbana, apoio a projetos comunitários e ações de saúde; abertura à visitação e transparência, com ações de sensibilização para a importância da gestão correta de resíduos.

O alto padrão de gestão e de tecnologia implementado no CTR, fazem da Ciclus Rio uma referência para o projeto que a Ciclus Amazônia executará para Belém. Segundo Bruno Muehlbauer, diretor-presidente de Resíduos da Ciclus Ambiental, “cada tonelada tratada representa uma escolha pelo futuro — com menos contaminação, mais energia limpa e mais dignidade para quem vive nas cidades”.

Com compromisso, transparência e responsabilidade, desde abril de 2024, a Ciclus Amazônia faz o manejo e a gestão de resíduos sólidos em Belém, gerando impacto positivo para o meio ambiente e a população local. Já foram coletadas mais de 700 mil toneladas de resíduos neste período. Para garantir a qualidade dos serviços, a população conta com novos sistemas de atendimento digital e auditorias frequentes para monitoramento da operação.

A Ciclus Amazônia assumiu a concessão de Belém após décadas de crise no saneamento da cidade. Os resultados obtidos nesse primeiro ano de operação da empresa na cidade refletem um novo momento de transformação da qualidade de vida e limpeza urbana, especialmente na coleta de resíduos — um dos principais desafios enfrentados pela cidade. Atualmente, a capital paraense gera cerca de 1.000 toneladas diárias de resíduos orgânicos e domiciliares, além de materiais recicláveis, entulho e resíduos de serviços de saúde. Com o apoio de cooperativas parcerias, a Ciclus Amazônia tem ampliado a coleta seletiva e a reciclagem, alcançando mais de 200 toneladas mensais de materiais reaproveitados.

Segundo Muehlbauer, o trabalho para transformação e qualidade na gestão de resíduos é diário. “Assumimos um compromisso sério com Belém: transformar a gestão de resíduos sólidos em um modelo de eficiência, sustentabilidade e respeito à população. E seguimos trabalhando, modernizando serviços para garantir mais qualidade de vida para os belenenses”. A empresa mantém investimentos contínuos em modernização e estruturação operacional, com uma equipe de 2.500 colaboradores e 290 equipamentos dedicados exclusivamente à execução dos serviços.

Outro ponto de destaque é a avaliação dos serviços prestados por auditoria independente. No primeiro ciclo de aferição, realizado entre outubro/24 e abril/25, a empresa obteve 100% de conformidade nos 84 critérios de desempenho avaliados. Além disso, um estudo técnico conduzido pelo Núcleo de Controle Ambiental da Universidade Federal do Pará (NCA/UFPA) atestou a legalidade, a regularidade contratual e a eficiência operacional da concessão, reforçando a credibilidade do modelo adotado.

Sustentabilidade e modernização da gestão dos resíduos

Como etapa fundamental para a regularização e modernização da destinação final de resíduos sólidos em Belém, a Ciclus Amazônia protocolou o pedido de licenciamento para o encerramento e recuperação ambiental do antigo Aterro do Aurá, além de solicitar a autorização para implantar uma nova Central de Tratamento e Valorização Ambiental de Resíduos (CTR) no município do Acará. A empresa acredita no potencial da cidade para adotar o modelo de CTR da Ciclus Rio e alcançar uma transição ambiental segura e eficiente.

“Os avanços são visíveis e sabemos que há muitos desafios pela frente. A regularização da destinação final dos resíduos, a ampliação da coleta seletiva e a implantação da nova Central de Tratamento são passos fundamentais para consolidarmos um sistema ambientalmente responsável e socialmente justo. Nosso olhar está no presente, mas principalmente no futuro — um futuro mais limpo, mais verde e mais digno para todos“, conclui Muehlbauer.