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Ciclus Amazônia realiza audiência pública da CTR Metropolitana

Nesta sexta-feira (20/02), a partir das 16h, no Ginásio Poliesportivo Dico Oliveira “Dicão”, no município de Acará, a Ciclus Amazônia promove audiência pública do processo de licenciamento ambiental do projeto CTR Metropolitana – o futuro aterro sanitário bioenergético que combina inovação e tecnologia sustentável. Esta etapa, conduzida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS), é fundamental para apresentação do empreendimento e do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) à população local, assim como para coleta de sugestões dos presentes no evento.

 

A audiência pública também será transmitida ao vivo via Youtube no link https://youtube.com/live/Uz9ecBHxWUw?feature=share, permitindo a ampla participação popular. A empresa também estruturou dois pontos de apoio a esta transmissão nas escolas Santa Maria III, situada na Comunidade Castanhalzinho, e EMEIEF Geraldo José de Lima, localizada na Vila Nínive. A viabilização dos espaços atende os moradores do entorno do empreendimento, de modo a garantir que assistam a audiência pública e possam interagir com a mesa diretora da SEMAS.

 

Além disso, a Ciclus Amazônia disponibilizou ônibus às comunidades da área – de ida e volta ao ginásio – destinados ao transporte daqueles que desejem participar do evento presencialmente. A audiência pública é um espaço de informação e diálogo, ou seja, o momento em que a população pode conhecer o projeto, tirar dúvidas e apresentar sugestões. As contribuições da população são fundamentais e fazem parte do processo de licenciamento ambiental, em andamento na SEMAS.

 

CTR Metropolitana – A projeto de aterro sanitário bioenergético terá capacidade de recebimento de até 1.700 toneladas de resíduos sólidos por dia. A área total do empreendimento é de 103,5 hectares, sendo que 80% será preservada pela empresa. A vida útil estimada do empreendimento: 31 anos. A CTR Metropolitana foi desenvolvida com base em estudos técnicos e ambientais, que constam no EIA e no Relatório de Impacto Ambiental (RIMA). Estes documentos estarão disponíveis para consulta no local da audiência pública.